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Woozie447

sexta-feira, 22 de junho de 2012

Flipboard finalmente ganha integração com Google+ e YouTube


O aplicativo agregador de conteúdos Flipboard ganhou uma atualização hoje, 22/6, que traz como principais novidades a integração com o YouTube e a rede social Google+, ambas da gigante de buscas.
Já disponível na App Store, a versão 1.9.3 também traz edições localizadas para Alemanha, Itália, Coreia do Sul, Holanda e Espanha, além de dezenas de recomendações regionais no Guia de Conteúdo do app, que também foi lançado oficialmente para o sistema Android nesta semana.
Lançado para iPhone neste ano, o app que funciona como uma “revista social” (que agrega conteúdo e sites sociais) já possuía integração com redes sociais como Facebook e Twitter desde seu lançamento no iPad em 2010.
O Flipboard “pesa” cerca de 10MB e exige o iOS 4.2 ou mais recente.
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Atualização levou Google+ para o app agregador Flipboard
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Sucesso no iPhone, Draw Something vai virar programa de TV


Responsável por milhões de downloads nos aparelhos iOS e Android, o viciante game Draw Something está prestes a virar um programa de TV na rede americana CBS, de acordo com informações da publicação especializada Variety.
Segundo o site, a CBS foi a ganhadora de uma verdadeira guerra de lances para transformar o famoso aplicativo desenvolvido pela OMGPOP em um programa piloto para a emissora dos EUA. A Sony Pictures Television deve cuidar da produção do conteúdo.
O projeto levaria equipes formadas por celebridades e usuários “comuns” para testarem suas habilidades no jogo de adivinhação de desenhos em frente a um público selecionado pela chance de ganhar dinheiro com isso. Os espectadores também poderiam participar jogando de casa para ganhar prêmios e a chance de competir com as celebridades no estúdio.
Com conceito que lembra o clássico jogo de tabuleiro Jogo da Vida, “Draw Somehting” é parecido com outros games que também foram adaptados para a TV dos EUA nos anos 1980 e 90, como Pictionary e Win, Lose or Draw.
Leia também:
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Apesar do sucesso nas plataformas móveis da Apple e da Google, “Draw Something” viu seu tráfego cair bastante após a Zynga comprar a OMGPOP por 200 milhões de dólares em março. 
De acordo com a Variety, representantes da CBS e Sony não quiseram comentar o assunto. Até o momento, não foi anunciada uma previsão de lançamento da atração.
Em sua opinião, quais outros aplicativos deveriam virar programas de TV? Nos diga nos comentários abaixo.
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Faça o Mail mostrar apenas seus e-mails mais importantes no Mac


Se você tem muitos e-mails, pode ser difícil ver as mensagens importantes entre todas as outras que lotam sua caixa de entrada. Um leitor que se denomina Radek sugeriu uma maneira de fazer o símbolo do ícone do Mail no Dock mostrar apenas a contagem das mensagens que realmente te importam – aquelas das pessoas que você conhece.
Para configurar isso, primeiro crie uma nova regra: Vá até Mail -> Preferences -> Rules (Mail -> Preferências -> Regras), selecione a aba Inbox Rules (Regras para Caixa de Entrada), então clique em Add Rule (Adicionar Regra). Nomeie a regra como Personal Email (E-mails Pessoais) e então defina-a:
- A regra deve corresponder a qualquer uma das seguintes condições: Remetente está nas minhas mensagens recebidas anteriores; ou Remetente está na minha lista de contatos.
- Realize a seguinte ação: Marque como Sinalizada (Bandeira), então selecione uma cor de bandeira que você não esteja usando para outra finalidade
Feito isso, crie uma caixa de entrada inteligente chamada Relevant E-mail (E-mails Relevantes): selecione Mailbox -> Nova Caixa de Entrada Inteligente (New Smart Mailbox). Especifique que os e-mails nessa caixa de entrada inteligente devem atender a todas as seguintes condições:
- Mensagem não-lida
- Mensagem com bandeira/marcação, selecionando a cor que você escolheu na regra acima
- Mensagem está na Caixa de Entrada, então selecione a Caixa de Entrada a partir do menu drop-down;
- Qualquer recipiente contenha seus endereços de e-mail
Finalmente, vá até a aba de preferencias gerais do Mail e, para a opção Dock Unread Count (Contagem de e-mails não lidos no Dock), selecione a caixa de entrada E-mails Relevantes que você acabou de criar. Feito tudo isso, o emblema do Mail no ícone do Dock agora vai te mostrar o número de e-mails pessoais não lidos dessa caixa de entrada inteligente recém-criada.
Você pode refinar a regra para compreender outras condições: e-mails enviados do domínio da sua empresa, por exemplo, ou mensagens de um grupo que você tenha definido na lista de contatos (Address Book).
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ICQ atualiza app para iPhone e vira o mais baixado na App Store Brasil


O serviço de mensagens instantâneas ICQ, que ficou famoso no fim dos anos 1990 tendo como marca registrada o som “uh-oh” ao receber as mensagens, anunciou uma nova versão do serviço esta semana, e liberou aplicativos para as plataformas móveis da Apple e Google, apresentando novas funcionalidades do programa.
Nessa nova versão liberada hoje (que alcançou o posto de mais baixada na loja de aplicativos da Apple no Brasil), o usuário tem um indicador de mensagens entregues, opção para personalizar os chats com papéis de parede, rolagem mais rápida na janela e uma ferramenta para editar suas conversas, entre outros recursos.
O aplicativo também possui integração com o Facebook e o Gtalk para que o usuário possa conversar com seus amigos desses serviços por meio do mesmo aplicativo.
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ICQ permite integração com outros serviços de mensagem
Ao adicionar uma de suas redes sociais (como o Facebook, por exemplo), o ICQ passa a exibir também os alertas de bate-papo desses sites. Por isso, caso você tenha o aplicativo Messenger do Facebook, por exemplo, são exibidos dois avisos para cada mensagem recebida, o que pode irritar alguns usuários. A solução é desabilitar as notificações de um dos dois serviços.
Lançado em 1996, exclusivamente para computadores, o ICQ chegou a alcançar mais de 100 milhões de usuários ao redor do mundo, mas acabou perdendo a popularidade para outros aplicativos como o MSN (atual Microsoft Messenger).O ICQ Messenger é gratuito e está disponível para download no Google Play ou App Store. Para começar a utilizar serviço, é necessário fazer uma autenticação a partir do número de celular do usuário, similar ao processo usado pelo WhatsApp.
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Apple libera versão gratuita de game de pinball para iPhone


Uma boa dica para quem está em busca de um game gratuito é baixar o jogo Pinball Arcade que está disponível sem nenhum custo na App Store até o final da semana. O título que recria clássicas mesas de pinball da Williams é o App Gratuito da Semana no iTunes.
Entre as opções oferecidas pelo aplicativo da FarSight Studios estão Tales of Arabian Nights, disponível de forma gratuita, e outros nomes como Monsters of Rock e Funhouse, que podem ser adquiridas como compras dentro do app – os preços variam entre 2 dólares e 5 dólares.
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Lançada na iTunes Store brasileira no final de maio, a seção App Gratuito da Semana já trouxe softwares como Cut the Rope de forma gratuita para os usuários de aparelhos iOS no país.
O aplicativo para iPhone, iPod Touch e iPad “pesa” 20MB e exige o iOS 4.3 ou versão mais recente.
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Tumblr ganha novo visual e mais agilidade no iPhone


A rede social Tumblr atualizou nesta quinta-feira, 21/6, o seu aplicativo para iPhone com novidades como um visual totalmente renovado e postagem mais rápida de materiais nos blogs.
Outras melhorias que fazem parte do update incluem uma interface de painel redesenhada para organizar posts, suportes para imagens em alta resolução, modo offline, busca por tags, além de atalhos para câmera e para postar textos.
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Como aponta o 9to5Mac, o novo app do serviço popular no Brasil, o país é o segundo em acessos no mundo, foi praticamente reconstruído do zero para ficar mais intuitivo e fácil de usar. Por isso, a versão 3.0 do app gratuito já tem recebido boas classificações e elogios na loja online da Apple.
Já disponível na App Store, com versão em português, a versão 3.0 do software exige o iOS 5.0 ou versão mais recente.
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iPhone 5 vai fazer o Galaxy S III passar vergonha, diz CEO da Foxconn


O CEO da montadora Foxconn, Terry Gou, afirmou nesta semana que as pessoas devem esperar pelo próximo iPhone, porque ele vai “fazer o novo Samsung Galaxy S III passar vergonha”.
Falando durante um encontro com acionistas nesta segunda-feira, 18/6, Gou, que é diretor da Hon Hai Precision Industry Co. (empresa “mãe” da principal parceira de fabricação da Apple, a Foxconn), também confirmou que a Foxconn fechou uma parceria com a fabricante japonesa de telas Sharp. 
O executivo disse aos acionistas que a parceria entre Foxconn e Sharp vai ajudá-los a derrotar a rival Samsung em um prazo de três a cinco anos, informa o site Focus Taiwan.
“Gou disse ainda que tornou seu objetivo de vida derrotar a Samsung – ‘uma companhia que tem um histórico de copiar seus concorrentes’ “, escreveu o Chines Times em uma reportagem publicada na terça-feira.
O artigo revela que Gou pediu aos consumidores para esperarem pelo iPhone 5, que deve ser anunciado entre setembro e outubro, antes de comprar um novo smartphone, porque o novo telefone da Apple “faria o Samsung Galaxy III passar vergonha”.
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Novo smartphone da Samsung já está disponível no Brasil por R$2.100
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Saiba como criar playlists inteligentes no iTunes


Apesar de você poder reproduzir música no iTunes, ou em um aparelho iOS, ao escolher um artista ou álbum – ou mesmo de modo totalmente aleatório – as playlists (listas de reprodução) são o que te permitem customizar sua biblioteca e sua experiência de ouvinte. Recebemos sempre muitas perguntas sobre playlists inteligentes, e aqui seguem as mais interessantes.
P: Como posso criar uma playlist inteligente aleatória que limita o número de faixas de um artista específico?
Comece ao criar uma nova playlist inteligente. Selecione Arquivo -> Nova Lista Inteligente, ou aperte e segure a tecla Option e clique no ícone de ferramentas (o ícone de mais torna-se isso quando você aperta Option) no canto inferior esquerdo da janela do Windows.
A nova playlist terá como padrão uma única condição: Artista Contém (Artist Contains). Cliquem em Contém (Contains) e escolha É (Is) a partir do menu pop-up que aparece (a não ser que você queira incluir álbuns em que existam vários artistas; nesse caso, deixe como Contém).
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Então, marque a opção próxima a Limitar A (Limit To). Por padrão, o campo próximo a ela é 25, mas você pode mudar esse número para qualquer de sua escolha. Clique em OK para salvar a playlist.
P: Há alguma maneira de agrupar todas as músicas por artistas que eu só tenha uma música de cada na minha biblioteca: todos os arquivos gratuitos/freebies, artistas de um hit só, e por aí vai? Não parece haver um modo de criar uma playlist inteligente que busque por “número de músicas na minha biblioteca de um artista é 1”. Alguma sugestão?
Você está certo; não é possível fazer isso com uma playlist inteligente. No entanto, o aplicativo TrackSift (US$2, para Mac) contém nove ferramentas para criar playlists que você não pode fazer no iTunes, incluindo uma lista de Um Hit Só (One Hit Wonder), exatamente como você quer. O software também consegue encontrar arquivos sem arte de capa, sem letras, e realizar algumas operações de limpeza na sua biblioteca do iTunes.
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P: Eu uso dados do campo de gênero para criar playlists. No entanto, é muito difícil lidar com vários gêneros no iTunes. Há uma maneira para se usar palavras chave que possam facilmente ser designadas para as músicas, para que uma faixa possa ter múltiplos gêneros?
É verdade que nem toda música se encaixa bem um gênero. A marcação/tageamento por palavras chave, como usado no iPhoto, já foi um dos nossos pedidos para o iTunes 11 no ano passado.
Enquanto isso não acontece, há uma maneira para você fazer isso: use o campo de Comentários (você pode digitar quantas palavras chave quiser desde que as separe com espaços) para qualquer música que quiser em outro gênero.
Você pode criar uma playlist inteligente para músicas que correspondam a qualquer uma das condições em que, por exemplo, o gênero seja Festas de Final de Ano e os comentários contenham o mesmo termo. Dessa maneira, você terá ambas as músicas cujo gênero seja Festas de Final de Ano e qualquer faixa – independente do gênero – com Festas de Final de Ano nos comentários.
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Designer cria dock para iPhone que tem "personalidade"


O designer Mark Solomon decidiu criar um dock sem igual para iPhone (e outros aparelhos iOS), e então iniciou um projeto na rede de financiamentos Kickstarter. Chamado de Moboto, o dock tem uma personalidade e um personagem que vêm juntos com ele.
Quando você coloca seu iPhone no acessório, ele ganha vida com uma persona que vive no seu iPhone e interage com você e o que estiver ao seu redor por meio de uma variedade de sensores para criar uma experiência divertida e informativa ao mesmo tempo.
Você pode trocar as várias skins, assim como o próprio dock, que se divide em duas partes. O produto inteiro é feito para que seja fácil trocar as partes para customizar o Moboto da maneira que o usuário preferir. 
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Se virar realidade, o Moboto deve conseguir fazer mais do que apenas parecer legal enquanto carrega o seu iPhone, iPad ou iPod. Solomon desenvolveu os diferentes elementos da tela para mostrarem de forma sutil informações como horário, porcentagem de bateria, ou o clima. O Moboto também pode “falar” com você ou dublar uma música se você quiser.
O designer e sua equipe querem levar a tecnologia agora para iPhone, e depois para os rivais Android e Windows Phone – após o lançamento inicial. Uma estratégia esperta, já que a grande variedade de aparelhos Android dificulta a criação de um produto universal para todos eles.
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Por enquanto, você pode assegurar um desses docks por uma "ajuda" de 35 dólares (para um objetivo de 400 mil dólares do criador). Mas existe uma grande variedade de recompensas para diferentes níveis de contribuições no Kickstarter que você pode conferir no site.
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Rival do iPhone: Microsoft apresenta o Windows Phone 8


A Microsoft anunciou nesta quarta-feira durante o evento Windows Phone Summit em San Francisco, na Califórnia, as primeiras informações sobre o Windows Phone 8, próxima geração de seu sistema operacional móvel. A empresa decidiu não apresentar todo o sistema, focando em vez disso em oito recursos "fundamentais" da plataforma, que os desenvolvedores tem de conhecer desde já para se preparar para o novo sistema.
Oito pilares
Entre os recursos mostrados estão alguns que corrigem o que são consideradas falhas fundamentais da plataforma: o Windows Phone 8 terá suporte a processadores com múltiplos núcleos (com foco inicial em modelos Dual-Core), a cartões microSD para expansão de armazenamento e a novas resoluções de tela, inclusive telas HD a 1280 x 720 pixels.
Outras mudanças incluem a atualização do Internet Explorer, que agora suporta HTML 5, tem um "motor" JavaScript mais rápido e compartilha código com a versão desktop do Internet Explorer 10, parte do Windows 8. Já no desenvolvimento de aplicativos, haverá suporte ao uso de código nativo, o que deve impulsionar a adoção do sistema como uma plataforma para games.
A Microsoft também anunciou o "Wallet Hub", uma carteira eletrônica, como o Google Wallet no Android ou o PassBook do iOS 6. O recurso será integrado a hardware NFC embutido nos aparelhos, permitindo o pagamento de despesas com um smartphone em vez de um cartão de crédito ou débito.
Além disso a tecnologia de mapas da Nokia será integrada ao sistema operacional, há novos recursos para empresas como boot seguro, criptografia e melhor gerenciamento de aparelhos, e até mudanças na tela inicial, que ficou mais personalizável com "tiles" que podem ser redimensionadas à vontade e mais opções de cor.
Um novo núcleo
Mas a mudança mais importante anunciada por Joe Belfiore, gerente do Windows Phone na Microsoft, foi a adoção de uma base de código inteiramente nova para o sistema. O Windows Phone 8 abandona o Windows CE, usado pelo Windows Phone 7 e Windows Phone 7.5, e será baseado no Windows 8, compartilhando componentes como o kernel, sistemas de rede e de arquivos e o subsistema multimídia. É esta mudança que possibilita a maior flexibilidade no suporte a hardware, já mencionada.
Segundo Belfiore, a mudança também trará mais benefícios para os usuários, que terão à disposição uma maior variedade de aparelhos, com uma gama mais variada de recursos e preços, e para desenvolvedores, já que facilita imensamente a transição de um app Windows Phone para o Windows 8 e vice-versa.
Haverá upgrade?
Segundo Terry Myerson, Corporate VP da divisão Windows Phone da Microsoft, não haverá possibilidade de upgrade dos aparelhos com Windows Phone 7.5 para o Windows Phone 8. Entretanto alguns dos recursos do novo sistema, como a nova tela inicial, estarão disponíveis para os aparelhos atuais em uma atualização "híbrida", batizada de Windows Phone 7.8. O executivo não mencionou quais aparelhos irão receber esta atualização intermediária, mas espera-se que todos os aparelhos recentes, como a família Lumia da Nokia, estejam inclusos.
A data de lançamento do Windows Phone 8 não foi divulgada. De acordo com Myerson, empresas como a Nokia, HTC, Huawei e Samsung serão as primeiras a colocar aparelhos com o sistema no mercado, baseados em processadores da Qualcomm. O Windows Phone 8 estará disponível em 50 idiomas, com uma loja de aplicativos acessível em mais de 180 países.
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Apple é acusada de racismo por não vender iPad a iranianos nos EUA


Uma jovem moradora da cidade americana de Alpharetta, na Geórgia, afirma que uma loja local da Apple se recusou a vender um iPad após ouvir ela e um amigo falarem em persa no estabelecimento. As informações são da emissora local WSBTV.
Em entrevista para a emissora local WSBTV, Sahar Sabet, 19 anos, disse que ao visitar uma Apple Store no shopping North Pointe, foi questionada por um vendedor que idioma estava falando com seu amigo. Após dizer qual a língua em questão, ouviu dele: “Eu não posso vender isso para você. Nossos países possuem uma relação ruim”. A garota disse ter saído da loja em lágrimas.
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Alguns dias depois, Sahar voltou à Apple Store com a TV local. Lá, eles obtiveram um vídeo feito por iPhone com o mesmo funcionário reiterando a política: “Não vender iPhone para ninguém que seja do Irã”.
Além disso, um gerente da loja mostrou para a TV a política da Apple, disponível no site da empresa. O documento afirma que é proibida a venda ou fornecimento dos EUA (e da Apple, nesse caso) para o Irã, Coreia do Norte, Cuba, Sudão e Síria sem a autorização do governo norte-americano.
O detalhe disso tudo: a garota de 19 anos é uma cidadã americana e não planeja voltar ao Irã tão cedo.  O gerente disse então para a repórter que eles precisam confiar que os consumidores sejam honestos quanto a isso. 
Após isso, a garota entrou em contato por telefone com o atendimento ao cliente da Apple e ouviu um pedido de desculpas de um funcionário, que ainda disse que ela poderia comprar o iPad pela loja online da companhia. 

Em outro caso parecido, um amigo da garota, também do Irã, foi até uma Apple Store próxima para ajudar um colega a comprar um iPhone e recebeu o mesmo tratamento. 
“Eu diria que se você quer comprar um iPhone, não diga a eles nada sobre o Irã. Essa seria sua melhor aposta”, afirmou Zack Jafarzadeh, que também disse que o funcionário não perguntou nada sobre seu amigo voltar para o Irã em breve – o colega do jovem vive e estuda em Atlanta com um visto.
Os dois jovens afirmaram que se sentiram racialmente discriminados  pela Apple nas situações.
Procurada pela emissora, a Apple não quis se manifestar sobre o assunto e apenas reiterou a política de exportação presente em seu site.
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Jogo de cartas Magic: The Gathering ganha versão gratuita para iPad


Para a alegria de seus muitos fãs, o famoso jogo de cartas colecionáveis Magic: The Gathering ganhou nesta semana uma versão para iPad.
Chamada de Duels of the Planeswalkers 2013, a nova encarnação do jogo criado nos anos 1990 já havia sido apresentada anteriormente na feira de games E3, nos Estados Unidos, e traz um visual muito bonito. O aplicativo é compatível com a tela Retina do novo iPad, apresentado em março deste ano e já à venda no Brasil.
E o melhor de tudo é que a nova versão digital do jogo está disponível de forma gratuita na App Store e possui suporte para português.
Como aponta o 9to5Mac, a edição de Magic para o tablet da Apple traz uma campanha single-player e a opção para jogar contra outros usuários online. Além disso, o game permite a compra de diversos itens adicionais e mais conteúdo premium por meio de compras dentro do aplicativo.
Ficou interessado? Então prepare seu iPad, porque o game “pesa” cerca de 1GB. O app exige o iOS 5.0 ou mais recente.
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Game e app oficiais levam Jogos Olímpicos 2012 para seu iPhone


Os Jogos Olímpicos de Londres estão cada vez mais perto e você já pode ir “esquentando” a espera no seu iPhone com os apps oficiais do maior evento esportivo do mundo.
Lançado nesta semana, o game oficial London 2012 – Official Mobile Game (da NEOWIZ) traz um total de nove modalidades esportivas, incluindo corrida, caiaque e arco e flecha, entre outros. Com gráficos razoáveis e um nível de dificuldade baixo, o jogo pode ser divertido, principalmente na busca por recordes mundiais, que dão pontos ao jogador.

Apesar de ser gratuito, o título traz várias opções de compras dentro do aplicativo, como moedas que podem ser trocadas por melhorias físicas e novas habilidades para o personagem controlado pelo jogador.
 
Vale notar que o game não está disponível em português, mas o usuário pode escolher entre oito idiomas: inglês, francês, espanhol, alemão, chinês, japonês, coreana e russo. O usuário também pode compartilhar seus resultados no Facebook e Twitter..
Aplicativo oficial
Já disponível há algumas semanas na App Store, o aplicativo oficial do comitê organizador dos Jogos de Londres de 2012 funciona como um verdadeiro guia de bolso para a competição, com muitas informações sobre todas as modalidades.
Como pontos negativos, é possível destacar a interface pesada, o inglês como único idioma e a necessidade de downloads pesados a cada atualização do software.
Ambos os apps já estão disponíveis na App Store. O game London 2012, da NEOWIZ, “pesa” quase 150MB e exige o iOS 4 ou superior. Já o app oficial London 2012 – Official Join in App pesa 20MB (por isso os downloads pesados a todo momento) e exige o iOS 4.3 ou mais recente.


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Opinião: novo tablet da Microsoft não vai ameaçar o iPad


A Microsoft anunciou nesta segunda-feira, 18/6, seu novo tablet Surface, que chega “em breve” para brigar diretamente com o líder iPad.
O Surface é um tablet touchscreen com uma tela de 10,6 polegadas de alta definição. Ele vai rodar o Windows 8 ou o Windows RT (mais sobre isso abaixo) – usando o sistema operacional baseado nos “tijolos”(tiles) já familiar aos usuários de aparelhos Windows Phone.
O que a Microsoft demonstrou no palco do seu evento em Los Angeles, nos EUA, pareceu interessante. Ao menos, uma parte do que foi apresentado. Houve alguns pedaços espertos de inovação – mais especificamente a Touch Cover (no estilo da Smart Cover, da Apple) e a Type Cover. Cada uma delas se conecta magneticamente ao Surface para proteger sua tela, e elas podem acionar o mesmo comportamento de dormir/acordar que a Smart Cover do iPad (e agora, o Smart Case) consegue. A parte inovadora é que as capas se dobram como teclados para o Surface. A mais fina Touch Cover usa um teclado multitoque – as teclas não se mexem abaixo dos seus dedos, mas você pode descansar seus dedos nelas sem digitar. A Type Cover, mais espessa, usa botões de verdade.
Até o momento , ninguém de fora da Microsoft teve a chance de usar uma das capas do Surface, por isso é difícil o quão bem o conjunto funciona. Ainda assim, integrar um teclado ao case do aparelho é uma ótima ideia, e a Apple nunca foi tímida sobre fazer melhorias a partir de inovações de outros lugares – a ver os casos do Mac OS original, do iPod, e do Centro de Notificações para exemplos de três eras diferentes da companhia.
No entanto, alguns elementos do Surface não parecem ter muitas chances de chamar a atenção da Apple: o suporte integrado aparentemente define o Surface como um aparelho para ser usado apenas na orientação paisagem (horizontal), e não é compatível com as ideias estéticas suaves da Apple.
Obviamente, não saberemos realmente se o Surface é bom (ou não) até ser possível realmente colocar as mãos em uma versão funcional do aparelho. Em curto prazo, no entanto, mesmo com a Apple podendo ter ficado intrigada, duvido que a empresa esteja tomada por pânico após a apresentação do novo tablet de sua eterna rival.
Por exemplo, o Surface está cheio de elementos diversos que gritam “Microsoft”. Mais especificamente, ele será vendido com duas arquiteturas diferentes: um modelo baseado em chip da Intel com o Windows 8, e outro com processador da ARM e Windows RT. Os dois modelos serão mais pesados que o iPad, apesar de que a versão com Windows RT pode acabar sendo um pouco mais fina que o iPad, segundo a Microsoft. Apenas o Surface com Windows 8 Pro pode rodar apps normais do Windows além daqueles otimizados para tela sensível ao toque. Ambos os modelos terão configurações diferentes de tamanhos, incluindo até 128GB de capacidade de armazenamento.
A compra do iPad por si só também tem suas complexidades: os clientes precisam escolher entre modelos apenas com Wi-Fi ou versões de dados celulares (3G/4G), e então entre duas operadoras diferentes (isso nos EUA; no Brasil não há essa necessidade). Até o momento, a Microsoft não anunciou planos de incluir conectividade no Surface.
Os dois modelos do tablet da Microsoft terão uma porta USB, Mini DisplayPort, e um slot para cartão micro-SD. Há muito uso no mundo real para essas conexões, mas novamente, é muito improvável que a Apple adicione esses recursos ao iPad – por isso, eles provavelmente também não intimidam muito a Apple. Além disso, o Surface virá com uma caneta stylus.
Mas a verdade é que a vantagem da Apple aqui é enorme. A App Store inclui 225 mil aplicativos para o iPad: atualmente não existe nenhum app desenvolvido para o Surface. Mesmo com a Microsoft provavelmente cortejando e encorajando as principais criadores de apps a desenvolverem para sua plataforma, essa nem sempre é uma venda fácil.
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Novo tablet da Microsoft tem case com teclado multitoque e trackpad
Para alguns consumidores, um tablet deve rodar um pouco do Windows para interessa-los. A Apple nunca conseguirá convencer esses usuários, e nem precisa se preocupar com eles. Para todos os outros, há o iPad, uma série de tablets que não são o iPad, e o mercado de e-books tablets liderado pelo Kindle Fire, da Amazon, e o Nook Color, da Barnes & Noble. O Surface precisará ter uma ampla base de consumidores para motivar as fabricantes de apps a desenvolverem para o aparelho – o mesmo problema que continua a emperrar a aceitação do Windows Phone.
E existem outros dois elementos chave que o tablet da Microsoft ainda não possui: uma data de lançamento e um preço. O primeiro não é assim tão importante. Nenhuma fabricante de tablets conseguiu ainda ameaçar a liderança firme do iPad no mercado, e a Microsoft não pode ficar realmente mais atrás do que “muito, muito atrás” que já está no momento. Mas o preço do produto é algo muito significativo. Se a Microsoft não pode competir com o preço inicial de 500 dólares do iPad (nos EUA; no Brasil fica na casa de 1.600 reais) – é difícil imaginar como, com exceção de grandes inovações que ainda não tenham sido anunciadas, o Surface poderia realmente ameaçar o iPad.
Agora, faz sentido as fabricantes de mais um “tablet Android que parece o iPad mas é muito pior” ficarem nervosas com a investida da Microsoft. E não ficaria chocado se o mercado de ultrabooks descobrir que os clientes Windows preferem a abordagem do Surface. Por isso, mesmo que a Apple ainda não fique preocupada, acho que algumas fabricantes rivais das duas empresas deveriam ficar de olho na Microsoft.
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Apps gratuitos mostram o saldo do seu vale refeição no iPhone


Com o fim do mês chegando, é normal ficar na dúvida se o seu vale-refeição vai durar até a próxima recarga. Por isso, separamos dois apps gratuitos para iPhone que prometem te ajudar nesse verdadeiro gerenciamento de recursos.
Um deles é o Saldo Agora, lançado em maio último, e que permite ao usuário consultar de forma rápida seu saldo e últimas compras nos cartões de benefício das redes Visa e Ticket, além da possibilidade de manter registrado o cartão cadastrado.
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Outra opção é o Meu Vale, já disponível há algum tempo na App Store, que possui basicamente as mesmas funções do Saldo Agora. No entanto, esse app se sai melhor ao mostrar um número maior de informações das suas últimas compras – apesar da interface menos agradável e colorida.
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Vale lembrar que essas informações podem ser acessadas por telefone ou pelos próprios sites das redes de cartões, mas os app permitem uma visualização rápida a qualquer momento no seu iPhone.
Ambos os aplicativos estão disponíveis na App Store. O Meu Vale exige o iOS 4.0 ou superior, enquanto que o Saldo Agora exige a versão 5.0 ou mais recente do sistema móvel da Apple.
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Novo case para iPhone permite tirar fotos embaixo d'água


Um novo case para iPhone promete facilitar a vida de quem quer usar o smartphone da Apple para tirar fotos debaixo d’água, seja na praia ou em uma piscina. 
Fabricado pela Photojojo, o Scuba Suit (traje de mergulho, em tradução livre) é um hard case com duas partes e uma capa macia de gel para a tela, para que você possa ter a incrível experiência de acessar o Facebook ou jogar “Angry Birds” debaixo d’água.
Leia também:
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De acordo com a empresa, todas as unidades do case são individualmente testadas para ter certeza que permitam o uso seguro do iPhone a até cinco metros de profundidade. 
Além disso, o Scuba Suit possui uma entrada à prova d’água para fones de ouvido para quem quiser complementar o mergulho com faixas calmas do Slayer. 
O case já está a venda no site da fabricante e tem preço sugerido de 60 dólares.
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Rival do iPad: Microsoft anuncia tablets Surface com Windows 8


Fim do mistério: a Microsoft anunciou nesta segunda-feira em um evento em Los Angeles, nos EUA, seus próprios tablets com o Windows 8, batizados de Microsoft Surface.
Um deles, com processador ARM Nvidia Tegra, é chamado de "Microsoft Surface for Windows RT" tem uma tela de 10.6" com resolução de 1366 x 768 pixels, pesa 700 gramas e tem 9.3 mm de espessura. O gabinete é feito de magnésio acumulado por um processo de deposição de vapor (PVD VaporMg), e tem um suporte integrado para que seja possível colocar o tablet "em pé" sobre a mesa sem a necessidade de um case adicional.
O outro, batizado de "Microsoft Surface for Windows 8 Pro", tem design similar, um processador Intel Core i5 "Ivy Bridge" e 13,5 mm de espessura, pesando pouco mais de 900 gramas. Apesar do mesmo tamanho físico, 10.6", a tela tem resolução mais alta que a do modelo com processador ARM: são 1900 x 1080 pixels, ou seja Full HD.  A interface USB também sofre um upgrade, e é USB 3.
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Microsoft Surface, com sua "capa teclado"
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Microsoft Surface visto de lado. Teclado tem 3 mm de espessura
A Microsoft também mostrou uma capa que protege a tela, com apenas 3 mm de espessura e um conceito inovador: ela inclui um teclado multitoque completo e um trackpad integrado. A capa se fixa ao tablet magneticamente, como a SmartCover da Apple. Há uma outra capa com teclas mecânicas, chamada de Type Cover. Os tablets também podem ser usados com uma caneta, que se prende magneticamente à lateral do aparelho.
Além do sistema operacional, ambas as versões do Surface incluem uma cópia do Microsoft Office. A versão Pro tem um desktop completo, e é compatível com todos os aplicativos já desenvolvidos para o Windows nos PCs tradicionais.
O Microsoft Surface for Windows RT estará disponível em versões com 32 ou 64 GB e "preço comparável aos tablets Windows 8 com processadores ARM" (estima-se que cerca de US$ 500). O Microsoft Surface for Windows 8 Pro chegará às lojas 3 meses depois, em versões com 64 ou 128 GB e "preço compatível ao dos Ultrabooks" (estima-se que cerca de US$ 800).
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Review: Com tela Retina, novo MacBook Pro redefine notebooks completos


A Apple não tem medo de agitar as coisas, fazendo as pessoas repensarem a maneira como usam a tecnologia. Nos últimos anos, a maior parte dessa inovação foi focada no iPhone, iPad e iOS. Mas o novo MacBook Pro com tela Retina direciona a atenção de volta aos Macs.
O novo notebook não é apenas um lançamento revolucionário, ao combinar impressionantes desempenho e portabilidade em um Mac de 15 polegadas. Esse modelo também vai te forçar a mudar a maneira como você interage com um notebook. Desde renovar como você visualiza e trabalha com o conteúdo até como lidar com aparelhos e conexões externas, a Apple não tem receio de empurrar seus clientes em novas direções. O MacBook Pro é certamente uma novidade mais do que bem-vinda.
Tá bonito: tela Retina
O recurso marcante desse notebook está no seu nome – a tela Retina. Esse display fez sua estreia no iPhone 4, depois chegou ao iPad de terceira geração e finalmente ao novo MacBook Pro. É possível olhar para essa novidade como outro passo no processo de deixar o Mac ainda mais parecido com o iOS – ou outra maneira de te lembrar que todos esses produtos são parte de uma "grande família bonita da Apple".
Os números da tela Retina são impressionantes: 2880x1800 pixels (220 pixels por polegada) para um total de 5,18 milhões de pixels em uma tela backlit de 15,4 polegadas. Quando está com suas configurações no máximo, a tela Retina é espetacular – os detalhes nas fotos são ótimos, e o texto é o mais limpo e nítido da história dos Macs. Não havia pixels mortos ou vazamento de luz nos dois MacBook Pros que testamos, e comparado a um MacBook Pro de 17 polegadas, as cores eram impressionantemente brilhantes.
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Com tantos pixels e duas placas de vídeo, é fácil perceber a quantidade de detalhes que você pode ver em fotos de alta resolução. Mas a tela também enfatiza a baixa qualidade de muitas imagens de sites. 
Os vídeos no MacBook Pro Retina ficam excelentes. Para exibir um vídeo de 1080p no MacBook Pro, o clipe é aumentado para caber na tela, uma vez que esses MacBook Pros já possuem mais pixels na tela do que uma HDTV. Não percebemos “fantasmas” nas imagens, e as placas de vídeo não pareceram ter problemas para lidar com o vídeo. Vale notar que uma placa de vídeo é integrada, caso da Intel HD Graphics 4000, e outra discreta, enquanto que a outra é discreta, a Nvidia GeForce GT 650M, com 1GB de memória de vídeo.
Vale notar que a tela Retina também suporta tecnologia IPS (in-plane switching), que ajuda cna reprodução de cores e visualização de ângulos. A Apple afirma que o display tem um ângulo de visão de 178 graus, que não contestamos após os testes.
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O que está dentro continua
A Apple oferece dois modelos do MacBook Pro Retina. A versão de entrada, que sai 10 mil reais, possui um processador Intel Core i7 de 2.3GHz, 8GB de 1600MHz de memória DDR3, e 256GB de armazenamento em flash (a maioria das pessoas chamam isso de drive SSD, mas a Apple chama de armazenamento em flash). O modelo de 12.600 reais tem um processador Core i7 quad-core de 2.6GHz, 8GB de memória DDR3 1600MHz, e 512GB de armazenamento em flash.
Os processadores do MacBook Pro Retina fazem parte da tecnologia de processadores Ivy Bridge, da Intel, que são menores e possuem maior eficiência energética do que a geração anterior dos processadores Sandy Bridge.
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O Retina Pro (acima) possui mais conexões rápidas, como duas portas Thunderbolt e outras duas USB 3.0
Recursos ausentes
O que está faltando? Ethernet – o MacBook Pro Retina vem com 802.11n, e a Apple um adaptador de Thunderbolt para Gigabit Ethernet por 99 reais. Também não há FireWire 800, que pode ser um problema maior do que a falta de ethernet, uma vez que aparelhos FireWire ainda são comuns entre usuários Macs. 
Outro recurso ausente é um SuperDrive. Em meu uso próprio, utilizo o SuperDrive apenas para realizar cópias de backup de filmes de DVDs que meus filhos ganham de presente. 
Mais fino e mais leve
À primeira vista, o MacBook Pro parece muito com o MacBook Pro de 15 polegadas tradicional e o design em corpo de alumínio é essencialmente o mesmo. A principal diferença é a espessura. Com a tampa fechada, o Pro Retina mede 1,8cm, enquanto que o MacBook Pro de 15”tradicional tem quase 2,5cm. Isso ajuda na hora da digitação, fazendo com que a borda do produto não atrapalhe o usuário.
O MacBook Pro Retina pesa 2kg, que é cerca de 500g mais leve do que o MacBook Pro tradicional de 15 polegadas, e mais de 1kg mais leve do que o MacBook Pro de 17 polegadas. Mais leve é melhor – isso é um fato – mas o que é mais impressionate sobre o MacBook Pro Retina é que seus 2kg parecem muito bem distribuídos. Obviamente, ele é um pouco mais pesado próximo a tela, mas também não é leve demais na área próxima ao trackpad. Assim, se você carregar o notebook enquanto ele estiver aberto, o aparelho não vai cair das suas mãos de repente. Uma novidade legal é a adição de uma entrada HDMI, que permite conectar seu MacBook Pro a uma HDTV.
Uma pequena nota cosmética: a Apple mudou o logo do MacBook da parte inferior da tela para a seção mais baixa do produto.
Outras duas mudanças: o botão de força substitui o botão de ejetar do drive óptico no teclado, e não há mais um indicador de duração de bateria no hardware.
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Nova entrada HDMi permite ligar seu MacBook Pro a uma HDTV
Testes de benchmark
Para medir o desempenho dos dois novos modelos do MacBook Pro Retina, o Macworld Lab testou os modelos de 10 mil reais e 12.600 reais usando o Speedmark 7, nosso pacote de benchmark com aplicativos e tarefas do mundo real.
De modo impressionante, o MacBook Pro Retina com Core i7 de 2.6GHz não é apenas o notebook mais rápido que já testamos, como é o Mac mais rápido que já testamos, atingindo uma pontuação memorável de 330 no Speedmark 7. Confira as outras pontuações na tabela abaixo.
Se você olhar os resultados dos MacBook Pros do ano passado, o novo modelo Retina de Core i7 com 2.6GHz é 51% mais rápido. A comparação da versão antiga com o novo Retina com Core i7 de 2.3GHz também impressiona: ele é 46% mais rápido.

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É o armazenamento em flash que dá ao MacBook Pro Retina um sério impulso. Em comparação aos novos MacBook Pros tradicionais, os notebooks com tela Retina veem sérios ganhos em atividades baseados no disco, como o teste de Duplicação de uma pasta de 2GB, outro para Zipar/Descompactar uma pasta de 4GB. Em outros testes em que o aparelho de armazenamento “vem a jogo” (Importar Arquivo de Filme, Importar do Aperture, Importar do iPhoto), os notebooks Retina também tiveram vantagem.
Em outros testes que não são tão dependentes do disco (e mais focados na CPU), os notebooks com tela Retina e os novos MacBooks Pro tradicionais tiveram resultados mais próximos, como nos testes do HandBrake, do Pages, do MathematicalMark, e do Cinebench.
Um teste em que o novo modelo tradicional dos MacBook Pros claramente se distanciou dos Pros Retina foi no teste do Portal 2. O MacBook Pro tradicional com Core i7 e 2.6GHz foi 9% mais rápido do que o modelo Retina com o mesmo processador. Já o MacBook Pro tradicional com i7 e 2.3GHz foi 4% mais rápido do que o MacBook Pro Retina de Core i7 e 2.6GHz, mas também foi 17% mais rápido do que Pro Retina com Core i7 e 2.3GHz. Apesar de os Pros Retina e os modelos tradicionais terem as mesmas placas gráficas, as telas Retina possuem tantos pixels a mais para empurrar que isso pode afetar a taxa de frames nos games.

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Duração de bateria
A tela Retina consome muita energia. Você vai precisar de muito “suco” para mover todos esses pixels. A bateria embutida do MacBook Pro Retina está classificada a 95-watt hora. Em comparação, o MacBook Pro tradicional de 15 polegadas tem 77.5 watt-hora. O MacBook Pro Retina possui uma bateria muito maior.
No entanto, a Apple classifica a duração de bateria de todos os MacBook Pros de 15 polegadas em 7 horas do que a companhia chama de uso da “web wireless”. O Lab da Macworld usa testes mais rigorosos, fazendo a reprodução de um filme em tela cheia no QuickTime Pro até que a bateria acabe. Isso suga a bateria de maneira mais rápida do que o uso geral que envolve acesso web.
Ambos os notebooks com tela Retina duraram cerca de cinco horas em nossos testes. Mesmo com suas baterias maiores, eles não duraram tanto quanto os MacBook Pros tradicionais de 15 polegadas, que duraram muitos minutos a mais. Na verdade, a geração anterior superou os novos modelos por uma margem significativa.
A nova definição de “pro”
A ideia da Apple de “pro”- ao menos para laptops – não envolve hardware customizável, o que significa que alguns usuários hardcore estão em uma encruzilhada. Você ainda pode comprar o MacBook Pro normal, abri-lo, e deixa-lo como preferir. Mas estou advinhando que não vai demorar muito antes que esse design também siga o modelo de 17 polegadas no status de descontinuidade. 
Então, qual a é a ideia de um laptop “pro” da Apple? Por enquanto, é o MacBook Pro Retinam, que filosoficamente está muito próximo do MacBook Air. Obviamente, ele é mais leve e menor do que antes, mas os recursos não presentes te forçam a se ajustar, como com o MacBook Air. O aspecto “pro”, neste caso,  faz referência ao desempenho. A velocidade geral de CPU corresponde ao MacBook Pro tradicional, por isso não existem comprometimentos de performance, que está muito a frente do MacBook Air.
Guia de compra da Macworld
Com o MacBook Pro de tela Retina, a Apple mais uma vez prova que é uma companhia que se recusa a sentar e ficar confortável em sua posição. Ela redefiniu o conceito de notebook ultraportátil com o MacBook Air, e agora alterou a ideia do notebook “pro”. Ficar menor e mais leve era algo esperado, por causa da história da empresa, mas as mudanças no conjunto de recursos farão com que os donos dos MacBook Pros atuais reexaminem suas necessidades.
Uma coisa a se considerar: agora os consumidores na verdade possuem mais opções de laptop do que nunca desde o fim do MacBook clássico. Existem três tipos diferentes para se escolher, o MacBook Air, o MacBook Pro tradicional e o MacBook Pro Retina. É uma boa variedade, que tem preços entre 3.600 reais até salgados 12.600 reais (modelo Retina) – sem incluir modelos personalizados BTO.
No entanto, o MacBook Pro Retina é o futuro da linha de notebooks da Apple – e é um símbolo brilhante de excelência. A tela Retina é algo para se maravilhar, e o design mais leve e menor resolve a demanda para nossos aparelhos ficarem ainda mais portáteis. Você terá de fazer alguns ajustes, mas felizmente, não é preciso sacrificar o desempenho. O MacBook Pro é um notebook bastante notável.
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segunda-feira, 18 de junho de 2012


O video da WWDC 2012 DA APPLE((•)) Hear this post

Apple aprova cópia falsa de aplicativo proibido na App Store


O aplicativo Display Recorder, conhecido entre os usuários de iPhone com jailbreak, acaba de chegar à App Store.  No entanto, isso não é o mais estranho de tudo. Quem acessa a loja oficial da Apple encontra uma versão pirateada do aplicativo “proibido” em vez de um port do original.
Como aponta o site Cult of Mac, o app criado por Ryan Petrich e que permite gravar conteúdo da tela do iPhone foi literalmente copiado e lançado por outro desenvolvedor na App Store por 2 dólares.
À primeira vista uma cópia idêntica do app original, a versão pirata traz recursos inferiores, como baixa qualidade e vídeo cortado, em contraste com o vídeo de alta qualidade e suave do aplicativo disponível na Cydia (loja alternativa para quem possui jailbreak). As informações são do site iPhoneInCanada.
Petrich se manifestou por meio de sua conta no Twitter, afirmando que a versão do “DisplayRecorder na App Store não é a minha, apesar de usar a mesma publicidade”.
A Apple ainda não se manifestou sobre o assunto, mas não seria uma surpresa se essa cópia não-autorizada do DisplayRecorder sumisse da App Store em um futuro próximo, uma vez que viola as diretrizes da loja da Apple de qualquer maneira.
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Versão falsa de Display Recorder chegou à App Store
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Cada vez mais popular entre profissionais da área médica, o iPad ganhou recentemente um case da Griffin que foi feito especialmente para facilitar o trabalho de médicos(as) e enfermeiras(os) que utilizam o tablet no dia-a-dia.
Desenvolvido especialmente para ambientes médicos, o case chamado de AirStrap Med é uma variação do AirStrap, da mesma fabricante.
Como aponta a Griffin, o AirStrap Med é feito para ser um acessório leve e fácil de carregar (por meio de um apoiador embutido para a mão ou o ombro), além de ser confortável de usar mesmo quando se está com luvas cirúrgicas.
O produto também tem um lacre que o protege de fluidos ou cremes e pode ser higienizado com produtos da indústria de limpeza e esterilização.
Segundo a fabricante, o novo case funciona com os modelos de segunda e terceira geração do iPad e custa 90 dólares. O acessório já está à venda no site oficial da Griffin.
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Acessório da Griffin é feito para facilitar uso do iPad na área médica
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Tablet da Microsoft: rival do iPad ou apenas mais um Zune?


A Microsoft tem um “grande anúncio” planejado para hoje (18/6), quando a companhia provavelmente deve anunciar seu próprio tablet, de acordo com diversos sites e rumores. As especulações têm aumentado bastante, principalmente porque a fabricante do Windows chamou a imprensa para o evento. 
Rumores anteriores apontavam que a companhia de Redmond exibisse tablets com de seus parceiros fabricantes de hardware rodando Windows RT, a versão do Windows 8 para chips ARM. Não está claro se o lançamento do aparelho realmente está marcado para hoje, entretanto a Microsoft deve passar uma boa quantidade de tempo exibindo seu próprio tablet, de acordo com o The Wrap. 
Se a empresa realmente anunciar seu tablet, não fica claro quando o dispositivo chegará ao mercado ou qual versão do Windows estará rodando. Tudo indica que seja um tablet com Windows 8, já que qualquer tipo de dispositivo touch com mouse, teclado e rodando Windows 7 dificilmente causará empolgação nos usuários. Porém, qualquer tablet com a nova versão do sistema operacional da companhia não deve chegar às prateleiras imediatamente, já que o Windows 8 é esperado por volta de outubro. O blog AllThingsD, do jornal Wall Street Journal, afirma que serão exibidos no evento dispositivos tanto com processadores ARM quanto Intel. 
Um grande adversário à frenteInicialmente desprezados como apenas uma moda passageiras, tablets são um dos dispositivos mais populares entre os consumidores - bom, não necessariamente todos. O iPad é o aparelho mais popular que você pode comprar, e diversas outras companhias estão na cola da Apple em busca de uma parcela desse mercado. 
Um levantamento recente da empresa de publicidade online Chitika apontou que mais de 90% do tráfego web de tablets é oriundo do iPad, o que inspira ainda mais a acreditar que um tablet próprio da Microsoft seria uma investida direta contra a Apple. Assim como sua rival de longa data, a companhia de Redmond procura oferecer um aparelho no qual possa controlar tanto o hardware quanto o software, para oferecer uma melhor experiência de usuários. 
Tire suas mãos daí, Microsoft!A Microsoft já provou algumas vezes de que não é uma boa empresa para fabricar e vender seus próprios aparelhos, com exemplos de grandes falhas como o tocador de música Zune e o feature phone Kin; esses podem ser aparelhos bem desenhados, contudo pouquíssimas pessoas acabaram comprando, em relação aos dispositivos concorrentes. Sim, a Microsoft possui sucessos de venda como o Xbox, Xbox 360 e o Kinect, porém um bom desempenho no mercado de consoles de games não torna a companhia hábil a competir com o iPad. 
Certamente falta um forte concorrente poderoso para  a Apple, já que os tablets Android falharam ao desafiar o iPad - sendo assim, os tablets com Windows 8 podem ser a resposta, já que eles oferecem uma experiência totalmente diferente. Todavia, visto o histórico da companhia no mercado de dispositivos próprios, talvez seja melhor deixar essa missão nas mãos de seus fabricantes parceiros.
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Um dos novos recursos menos comentados do iOS 6 é o que a Apple chamou de “iniciativa de privacidade de isolamento de dados” desenvolvida para proteger Calendários, Lembretes, Contatos e Fotos de apps não-autorizados. 
A novidade parece ser uma resposta para um pequeno barulho surgido em fevereiro, quando a imprensa publicou amplamente o caso de um app chamado Path que estava retirando conteúdos inteiros das agendas de contatos dos usuários e armazenando-os nos servidores da companhia.
Na época, o cofundador e CEO do Path, Dave Morin, reconheceu que as alegações eram verdadeiras, mas insistiu que a prática não acontecia por nenhum motivo obscuro. Além disso, ele prometeu que as versões futuras do app tornariam esse recurso opcional.
Especialistas acreditam que atualmente outros aplicativos realizam o mesmo processo de “sequestro de dados”.
Mas com o novo recurso de isolamento de dados do iOS 6, um app teria abrir uma janela pop up ao tentar acessar esses dados.
O Gizmodo destacou o seguinte texto a partir do release para imprensa do iOS 6:
“No iOS 6, o sistema agora protege Calendários, Lembretes, Contatos, e Fotos como parte da iniciativa de privacidade e isolamento de dados da Apple. Os usuários verão caixas de acesso quando um aplicativo tentar acessar qualquer um desses tipos de dados. O usuário pode ligar e desligar o acesso em Ajustes > Privacidade.”
Leia também:
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Sem abas: Mozilla prepara Firefox "simplificado" para o iPad


O navegador Firefox ainda não chegou a App Store, mas na última semana a Mozilla revelou que planeja levar uma versão simplificada do seu browser para o iPad.
De acordo com o site The Verge, o designer de produto da Mozilla, Alex Limi, revelou durante uma apresentação recente que a empresa está trabalhando em um protótipo de browser para iPad há vários meses.
“Nós queríamos fazer algo inteiramente novo. Queríamos olhar em como podemos reinventar para um novo formato”, afirmou Limi, que descreveu o Safari para iPad como uma “experiência miserável”, apesar de reconhecer que é o melhor navegador para tablets disponível atualmente. “Existem muitas razões pelas quais deveríamos estar no iOS, apesar de que não podemos levar nossa ferramenta de renderização para esse ambiente.”
Mas agora a Mozilla apareceu com o Junior, um browser em tela cheia sem abas. Em vez de uma barra de endereços e abas no topo do app, o Junior possui dois botões (um em cada lado da janela), um botão traseiro, e um botão adicional que apresenta favoritos, páginas recentes, e uma barra de busca.
Esses dois botões podem ser expandidos para revelar um total de seis operações que ainda não foram finalizadas, mas provavelmente incluirão opções de reload, forward e impressão. O navegador também permitirá contas de usuários protegidas com senhas separadas, afirma a Mozilla.
Ainda não há uma data de lançamento no momento, e o The Verge diz que o Junior deve chegar no “futuro próximo”.
Além disso, Limi também revelou que “acredita fortemente” que a Google está trabalhando em uma versão do Chrome para iOS, que pode chegar “logo”.

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Saiba como transferir seus e-mails para um novo Mac


O nosso leitor Wally Bock escreveu dizendo que gostaria de mover seus e-mails de um Mac para outro.
“Preciso mover todas as minhas mensagens no Mail de um iMac para o meu MacBook Pro. Como faço isso e me certifico de levar junto todas as minhas mensagens recentes para o novo computador?”
Existem algumas maneiras para fazer isso. Se você está especificamente interessado em seus e-mails recentes e não nas coisas que armazena desde 2002, faz sentido criar um arquivo apenas com essas mensagens que você quer e então movê-las. Mais ou menos assim:
Abra o Mail no seu iMac e a partir do menu Mailboxes (Caixas de Entrada) escolha New Smart Mailbox (Nova Caixa de Entrada Inteligente). Na planilha que aparecer, crie uma caixa de entrada inteligente com uma condição que diga Date Received Is in the Last 6 Months (Data de Recebidos está nos últimos 6 meses). Se você também quiser incluir mensagens que tenha enviado, habilite a opção Include Messages From Sent (Incluir Mensagens de Enviados). Dê um nome intuitivo como Recent Email (E-mails Recentes) para a caixa de entrada e clique em OK. Uma caixa de entrada Recent Email vai aparecer no cabeçalho Smart Mailboxes no painel Mailboxes do app Mail.
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Agora clique com o botão direito do mouse (ou segurando a tecla Control) nessa caixa de entrada inteligente e escolha a opção Archive Mailbox (Arquivar Caixa de Entrada) a partir do menu resultante. Selecione salvar o arquivo da caixa de entrada no desktop e clique em Choose (Selecionar). Um item Recent e-mail.mbox (A) aparecerá no desktop do seu Mac. Copie esse item para o MacBook Pro.
No MacBook Pro, abra o Mail  e a partir do menu File (Arquivos) selecione Import Mailboxes (Importar Caixas de Entrada). Na janela que aparecer, certifique-se de que o Mail esteja selecionado e então clique no botão Continue (Continuar). Navegue até o item Recent Email.mbox e clique em Choose. Suas mensagens serão importadas para uma pasta sabiamente chamada de “Import” (Importar) que aparece sob o cabeçalho On My Mac (No Meu Mac) no painel Caixas de Entrada do Mail.
Se, por outro lado, você quiser uma cópia exata dos seus e-mails do iMac no novo MacBook Pro, isso também pode ser feito. Feche o Mail no iMac, vá até o Finder, e a partir do menu Go selecione Library (se você estiver usando o Lion, segure a tecla Option aperta e clique no menu Go, e a entrada Library vai aparecer). Localiza a pasta do Mail dentro da pasta Library e copie-a para o seu MacBook Pro. Antes de sair da pasta Library, abra seu diretório Preferences (Preferências) e também copie o arquivo  com.apple.mail.plist para o seu MacBook Pro.
Depois, no MacBook Pro, navegue até a mesma pasta Library e mova seus arquivos do Mail e  com.apple.mail.plist para o desktop para um armazenamento seguro (você provavelmente receberá um pedido para digitar sua senha de Administrador). Copie as versões desses itens do iMac para o mesmo local no MacBook Pro.
Agora abra o Mail no MacBook Pro e você deve ver que o app contém as mesmas mensagens e estrutura de caixa de entrada do Mail no iMac. Se não estiver assim, você pode voltar as coisas como eram antes ao remover os itens que acabou de adicionar a pasta Library e substitui-los com os itens originais que você moveu para o desktop.
Alerta de possível problema: Há uma boa chance de que esse processo não funcione se o nome da sua conta de usuário for diferente nos dois Macs – por exemplo, se no iMac a conta for “Wally” e no MacBook Pro “Wallingford”. Muito provavelmente isso deve causar problemas de permissão, mas essas questões podem ser resolvidas.
Selecione os itens copiados, aperta Command+I para abrir a janela Info, e  dê uma olhada nas áreas Sharing & Permissions (Compartilhamento e Permissões) da janela. Se o usuário administrativo atual não tiver privilégios Read and Write (Ler e Escrever), você vai querer designá-los. É possível fazer issp ao clicar no ícone Lock (Fechadura), digitar seu nome de usuário e senha de Administrador, clicar no botão Plus (Mais) no lado esquerdo dessa área, e, a partir da lista que aparece, adicionar o nome de administrador para esse Mac. Então dê a esse usuário privilégios Read & Write. No caso da pasta do Mail, você vai querer que essas permissões se apliquem a tudo na pasta. Para fazer isso, clique no ícone Gear (Engrenagem) e escolha Apply to Endosed Items. Agora, tudo deve estar funcionando bem.
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